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no início do Art. acima nos deparamos da igualdade sem distinção em
todos os aspectos e devido a este entendimento temos buscado em todos os
momentos de termos e sermos atendidos em igualdade de condições e
termos os mesmos tratamentos diante das Instituições subordinadas à
prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. A busca pela revitalização da
nossa Praça, CORREÇÃO, do povo através
das cadeias administrativas sempre foi o entendimento de que não
deveríamos pular etapas e dar total transparência de nossas ações, mesmo
sabendo da demora que isso poderia acontecer, afinal nunca desejamos
privilégios e nem acordos que pudessem favorecer em detrimento ao
próximo. O que sempre buscamos foram nossos direitos junto aos Órgãos
responsáveis de prestar o serviço, mas quando percebemos que algo
acontece contrário aos nossos direitos como cidadãos, não nos restou
outra alternativa do que divulgar nos meios de comunicação a INÉRCIA,
DESCASO E OMISSÃO da Prefeitura no sentido de pelo menos proceder com o
mínimo necessário, se fazer presente, mas acima de tudo dando os devidos
esclarecimentos o que salvo melhor juízo é obrigação da mesma e não um
favor.
Diante
ao exposto acima protocolamos em 30/12/2013 a denúncia ao Ministério
Público do Estado do Rio de Janeiro sobre o descaso e abandono da úncia
área pública de laser existente no Galeão, o que foi acatado e está
tramitando.
Há que ser ressaltado aqui que não estamos medindo
força, mas exercendo o nosso direito de cidadania o que faremos sempre,
se preciso for, para que não tenhamos o sentimento do discriminatório,
do descaso e omissão, pois não importa a localização geográfica e se não
será visto pela grande maioria dos moradores da Ilha do Governador como
alavanca política ou plataforma eleitoral.
AMOG
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